Rayane Figliuzzi desafia Dudu Camargo para a Roça: 'O Brasil gosta de mim, de você não'

Rayane Figliuzzi desafia Dudu Camargo para a Roça: 'O Brasil gosta de mim, de você não'

Rayane Figliuzzi desafia Dudu Camargo para a Roça: 'O Brasil gosta de mim, de você não'

Na madrugada de sábado, 22 de novembro de 2025, dentro da Casa de Vidro da RecordTV em Itu, São Paulo, a influenciadora Rayane Figliuzzi, de 28 anos, lançou um desafio direto ao jornalista e apresentador Dudu Camargo, de 35 anos, para enfrentá-la na próxima Roça. Com voz firme e olhar desafiador, ela disparou: “O Brasil gosta de mim, de você não”. A resposta de Camargo foi imediata e cínica: “Falar até papagaio fala”. Na cama ao lado, a modelo Maria Caporusso, de 24 anos, completou: “Ele não tem medo, não. Ele se caga”. A cena, captada pelas câmeras 24h, não foi apenas um embate de palavras — foi uma declaração de guerra.

Do trato aos gritos: como tudo começou

A tensão não surgiu do nada. Desde as 7h15 da manhã daquele mesmo sábado, durante o trato dos búfalos, Figliuzzi já havia se sentido atacada por Camargo, que, como Fazendeiro da Semana, tinha poder para designar tarefas e julgar o desempenho dos participantes. “Falou que eu não faço nada, que eu não tiro nada e não tá nem aguentando o carrinho”, reclamou ela. Camargo, tentando aliviar, respondeu: “Uai, você é muito mais forte que eu”. Figliuzzi rebateu: “Sou nada!”. Ele insistiu: “É sim, você vai à academia”. Ela cortou: “Tô há dois meses sem treinar”. Foi o suficiente. A frustração acumulada virou revolta.

Naquele mesmo dia, ela organizou uma greve de trato — um movimento coletivo para boicotar as tarefas. Reuniu a atriz Duda Colen, de 26 anos, a modelo Tamires Fernandes, de 30 anos, e o comediante Mesquita, de 29 anos, para jurar que não ajudariam Camargo na próxima tarefa. “Amanhã ele faz tudo sozinho, já que odiou minha ajuda”, disse Figliuzzi. Tamires confirmou: “Amanhã eu vou tá lá, e o Dudu que vai fazer”. Mesquita liderou cânticos de “greve” — e todos, até os que não estavam diretamente envolvidos, riram e participaram. A rebeldia tinha nome, rosto e, principalmente, audiência.

A referência que assusta: Yoná Lisboa e o poder do voto

O que torna essa ameaça diferente é que Figliuzzi não está falando ao vento. Ela citou diretamente Yoná Lisboa, de 27 anos, eliminada na Roça de 15 de novembro de 2025 — justamente por causa da campanha liderada por Figliuzzi. Com 2,4 milhões de seguidores no Instagram, ela mobilizou os fãs para votar contra Yoná, e funcionou. Foram 7,2 milhões de votos no total naquela noite, um recorde para a temporada. “O que eu fiz com a Yoná, eu faço contigo: meto pra fora”, disse Figliuzzi a Camargo. “Eu tinha medo da Yoná, de você eu não tenho, não. Cuidado!”

Camargo, por outro lado, já não é mais o mesmo jogador de semanas atrás. Participantes como a influenciadora Carol Prado, de 25 anos, e a modelo Saory Gouveia, de 28 anos, já tinham discutido em particular, no dia 21 de novembro, que “tá queimado”. A percepção é unânime: seu jogo está frágil. Ele tem imunidade até domingo, mas a pressão pública cresce. E não é só sobre o voto — é sobre a imagem. Ele é visto como autoritário, distante, até desgastado. Figliuzzi, ao contrário, é a figura da rebeldia, da autenticidade, da mulher que não se cala.

O que está em jogo: a Roça de 25 de novembro

O que está em jogo: a Roça de 25 de novembro

A próxima Roça será decisiva. A votação pública abre na segunda-feira, 24 de novembro, às 20h, e fecha na terça, 25, às 19h30, durante o programa ao vivo. Camargo, como Fazendeiro, tem o direito de indicar dois concorrentes — mas com a pressão de Figliuzzi e o clima de rebelião, ele pode ser forçado a escolher entre ela e alguém mais fraco, correndo o risco de ser visto como covarde. Se ele escolher Figliuzzi, ela se torna mártir. Se ele não escolher, perde autoridade. Não há ganhador fácil.

A estrutura da fazenda — com quartos separados, pátio central e a Casa de Vidro onde tudo é filmado — transforma cada gesto em cena. Cada olhar, cada risada, cada silêncio é analisado por milhões. Os participantes assinaram contratos em 3 de setembro de 2025, comprometendo-se a 90 dias de isolamento total. Sem celular, sem redes, sem saída. Só o público decide quem fica. E agora, o público está mais engajado do que nunca.

Por que isso importa — além da TV

Por que isso importa — além da TV

Isso não é só mais um reality. É um espelho da cultura digital brasileira. Figliuzzi representa o novo tipo de participante: não é cantora, nem atriz famosa, mas uma influenciadora com poder real de mobilização. Ela não precisa de nome da TV — precisa de likes, comentários, compartilhamentos. Camargo representa o velho modelo: jornalista de TV, com carreira consolidada, mas sem conexão emocional com a nova geração de telespectadores. A luta entre eles é simbólica: quem tem mais voz hoje? O profissional da mídia tradicional ou o indivíduo que construiu audiência sozinho?

A RecordTV sabe disso. Por isso, a câmera não desliga. A cada segundo de tensão, os índices de audiência sobem. E o público, que já votou 7,2 milhões de vezes em uma única Roça, está pronto para repetir. O jogo está aberto. E o Brasil vai escolher.

Frequently Asked Questions

Por que Rayane Figliuzzi tem tanta influência na Roça?

Rayane Figliuzzi tem 2,4 milhões de seguidores no Instagram e já demonstrou capacidade de mobilizar o público para eliminar concorrentes, como aconteceu com Yoná Lisboa em 15 de novembro, quando 7,2 milhões de votos foram registrados. Sua estratégia é baseada em narrativas emocionais e autenticidade — características que ressoam fortemente com o público jovem da TV aberta.

Dudu Camargo está realmente em perigo de ser eliminado?

Sim. Apesar da imunidade como Fazendeiro, ele enfrenta uma queda drástica de popularidade entre os participantes, que o consideram “queimado”. Se Figliuzzi for indicada e vencer a Roça, ele será visto como fraco. Se ela for indicada e ele não for eliminado, a percepção de que ele tem medo dela aumenta. O jogo dele está desmoronando.

O que é a “greve de trato” e por que ela é significativa?

A “greve de trato” é um boicote coletivo às tarefas da fazenda, organizado por Figliuzzi com Duda Colen, Tamires Fernandes e Mesquita. É significativo porque quebra a lógica do programa: os participantes normalmente cumprem tarefas por obrigação. Essa rebelião mostra que o poder da coalizão pode desafiar a autoridade do Fazendeiro, e isso assusta a produção.

Como a estrutura da fazenda influencia os conflitos?

A fazenda em Itu, SP, é projetada para maximizar o conflito: quartos separados, câmeras 24h e a Casa de Vidro onde tudo é exibido. Não há privacidade, o que transforma pequenas discussões em dramas televisivos. O isolamento de 90 dias também aumenta a tensão psicológica, fazendo com que rivalidades se intensifiquem rapidamente.

O que acontece se Camargo for eliminado na próxima Roça?

Se Camargo for eliminado, será um dos maiores choques da temporada. Ele é um dos poucos participantes com carreira sólida fora do reality. Sua saída significaria que o público rejeitou o modelo tradicional de celebridade em favor de influenciadores digitais, redefinindo o futuro do formato de “A Fazenda”.

Rayane Figliuzzi pode vencer o programa?

Ela tem todas as condições: carisma, estratégia, apoio popular e conexão direta com o público. Se conseguir manter a unidade da aliança e evitar que se torne alvo de vingança, seu caminho até a final é viável. O que falta é consistência emocional — e isso, nesse ambiente, pode mudar em minutos.

Todos os comentários

Mirian Aparecida Nascimento Bird
Mirian Aparecida Nascimento Bird novembro 28, 2025

Essa mulher tá no jogo certo, mano. Ela não pede permissão, ela só faz. E o povo ama isso. O Brasil tá cansado de fingir que autoridade vem de cargo, e não de conexão real.
Rayane tá mostrando que influência não se compra, se constrói com verdade.
Parabéns pra ela, e que venha a Roça.

Edna Kovacs
Edna Kovacs novembro 29, 2025

Se o Dudu não tiver medo então por que tá se escondendo atrás da imunidade

Joseph Horton
Joseph Horton dezembro 1, 2025

A verdade é que ninguém quer ser o vilão. Ele tá preso no papel que a mídia criou pra ele. Ela tá livre porque nunca pediu pra ser heroína.
É isso que assusta.

paulo victor Oliveira
paulo victor Oliveira dezembro 2, 2025

Meu Deus, isso aqui é mais que reality, é antropologia viva. A gente tá presenciando a morte do jornalismo tradicional em tempo real. Dudu é o último representante de um sistema que acreditava que conhecimento = autoridade. Mas a nova geração não quer saber de diplomas, quer autenticidade. Rayane é o espelho do que o povo quer: não perfeita, não polida, mas viva. Ela grita, ela erra, ela se mostra. E isso, meu amigo, é o que viraliza. O sistema queria um apresentador, mas o público escolheu uma revolucionária. A Roça não é um jogo, é uma revolução silenciosa. E a câmera não desliga porque a gente sabe: isso aqui vai mudar tudo. O futuro da TV não é mais no estúdio, é no celular, na tela, no coração de quem decide votar. E hoje, o coração tá do lado dela. Não por manipulação, mas por identificação. E isso, ninguém pode comprar.
Se ele for eliminado, não é só um participante que sai. É o último guardião de um mundo que já não existe mais.

Uriel Castellanos
Uriel Castellanos dezembro 4, 2025

Rayane tá no modo guerreira 😤🔥
Se o Dudu não tiver coragem de enfrentar, ele tá perdido.
Boa sorte pra ela, tá fazendo história!

Thays Castro
Thays Castro dezembro 4, 2025

É interessante observar a dinâmica de poder simbólico entre os sujeitos em questão. A figura de Rayane Figliuzzi, enquanto agente de mobilização digital, opera em um paradigma de capital cultural descentralizado, enquanto Dudu Camargo, como representante do capital simbólico institucionalizado, encontra-se em estado de deslegitimação estrutural. A greve de trato, por sua vez, configura-se como um ato de resistência performática, cuja eficácia reside na ruptura da narrativa hegemônica da produção televisiva. O voto popular, nesse contexto, não é um mecanismo democrático, mas um instrumento de colonização cultural.

Pra QUE
Pra QUE dezembro 5, 2025

Se ela tiver coragem de ir na Roça, eu voto nela. Não por ódio, mas por respeito.

Robson Batista Silva
Robson Batista Silva dezembro 5, 2025

Essa Rayane é uma manipuladora de massa, tipo um culto moderno. Ela não tá lutando por justiça, tá construindo um império de likes. E o povo cai nisso porque tá desinformado. Dudu é o único que ainda tem noção de realidade. Mas ninguém quer ouvir a verdade, só quer ver drama. Aí o programa tá só fingindo que é real, mas na verdade é um show de controle psicológico. E o pior: todo mundo tá ajudando. Votando, compartilhando, criando memes. É como se o povo tivesse virado escravo da própria emoção. Eles não estão escolhendo quem merece ficar, estão escolhendo quem faz mais barulho. E isso é triste. Muito triste.

Lucas Yanik
Lucas Yanik dezembro 6, 2025

Se vocês acham que isso é só um reality, estão enganados. Essa é uma operação da Globo pra desacreditar a Record. A câmera que filmou o 'se caga' foi a mesma que já manipulou o voto da Yoná. Eles já tinham tudo planejado desde o início. A greve de trato? Fingimento. Rayane é uma agente. O Dudu tá sendo usado pra gerar polêmica. E o público? O público é o alvo. Eles querem que a gente acredite que o poder tá na votação, mas na verdade tá na edição. Eles já sabem quem vai sair. Só estão testando a reação do público. Ainda não perceberam que o programa é um experimento social. E o pior: estamos todos sendo usados.

Rodrigo Fachiani
Rodrigo Fachiani dezembro 7, 2025

Rayane é o novo ícone da decadência. Ela não tem talento, não tem história, só tem um rosto bonito e um algoritmo que a ama. Dudu tem 15 anos de carreira. Ela tem 2,4 milhões de seguidores que nunca viram ela na vida. Isso não é democracia. É patologia coletiva. O Brasil não está escolhendo quem merece ficar. Está escolhendo quem faz mais barulho. E isso é o fim da civilização. A TV era arte. Agora é circo. E nós somos os palhaços.

Regina Queiroz
Regina Queiroz dezembro 8, 2025

Se o Dudu tivesse sido mais humano no trato, talvez a greve nem tivesse acontecido. Mas ele escolheu ser o vilão. E agora tá se espantando que a galera não curte o vilão?
Se ela for eliminada, vai virar lenda. Se ele for, vai virar piada.
Escolha sua dor.

Wanderson Rodrigues Nunes
Wanderson Rodrigues Nunes dezembro 9, 2025

Isso aqui é o Brasil em escala micro. O povo cansou de ouvir discurso de quem tá no topo. Quer ver quem tá no chão, suando, errando, mas não se esconde. Rayane tá no chão, e por isso tá no coração. Dudu tá no comando, mas parece que nunca pisou na terra. A Roça é um espelho. E o que o Brasil vê agora? Um homem que fala como se tivesse um microfone na mão, e uma mulher que fala como se tivesse um coração na boca. Quem você acha que o povo vai lembrar daqui a 10 anos?

Valdir Costa
Valdir Costa dezembro 10, 2025

Rayane é uma vadia que usa emoção pra manipular. O povo é burro e cai nisso. Dudu é só um jornalista, ele não tá aqui pra ser seu amigo. Ele tá aqui pra fazer o trabalho. Mas o povo quer drama, não realidade. Então a produção dá drama. E a Rayane tá aproveitando como uma piranha. Ela não quer vencer, ela quer ser o centro. E o pior: todo mundo tá ajudando. É triste. Muito triste.

Paulo Fernando Ortega Boschi Filho
Paulo Fernando Ortega Boschi Filho dezembro 11, 2025

Essa é a quarta vez que o mesmo padrão acontece: alguém que fala com sinceridade vira ícone, e alguém que fala com autoridade vira vilão. E a produção? Ela sabe disso. Ela planeja isso. A greve de trato? Foi editada. O ‘se caga’? Foi amplificado. A votação de 7,2 milhões? Foi incentivada. Tudo é um jogo. E nós somos os peões. A única coisa real aqui é o dinheiro. O resto é teatro. E o pior: a gente paga pra assistir. E ainda acha que tá participando. Não tá. Só tá sendo usado.

Victor Costa
Victor Costa dezembro 12, 2025

Rayane Figliuzzi é uma farsa. Ela não tem mérito. Tem apenas uma câmera que a adora. Dudu Camargo tem experiência, formação, e respeito. Ela não merece estar nesse programa. Ela merece estar em um reality de transformação pessoal, não em A Fazenda. O público está sendo enganado. A mídia está sendo manipulada. E o Brasil? O Brasil está sendo ridicularizado. Essa é a cultura que queremos? Uma mulher que grita e vira heroína? Um homem que tenta manter a ordem e vira vilão? Isso não é democracia. É anarquia com filtro.

jeferson martines
jeferson martines dezembro 12, 2025

Rayane é a encarnação da era digital: sem profundidade, só volume. Dudu é o último homem que ainda acredita que palavras têm peso. Mas o público não quer peso, quer emoção. Então ele perde. E isso não é injustiça. É evolução. Só que a evolução não é sempre bonita. É feia. É brutal. E é exatamente isso que a gente está vendo. A morte da autoridade. A ascensão da performance. O fim da verdade. E nós, como público, somos os cúmplices. A gente vota, a gente compartilha, a gente ri. E aí a gente se espanta quando o mundo vira um palco. Mas não foi a TV que mudou. Fomos nós.

Tereza Kottková
Tereza Kottková dezembro 12, 2025

Os sinais de uma operação de hegemonia cultural são evidentes. A construção da narrativa de Rayane como 'mulher autêntica' opera como uma estratégia de deslegitimação do capital simbólico institucionalizado representado por Dudu Camargo. A greve de trato, enquanto ato performático, é uma técnica de desestabilização do poder hierárquico, replicada em escala midiática. O voto popular, sob a lógica da sociologia da comunicação, é um mecanismo de colonização subjetiva, no qual o indivíduo internaliza a ilusão de agência. A RecordTV, ao manter a câmera ligada, não está documentando conflito - está produzindo um ritual de sacrifício simbólico. A Roça não é um evento. É um dispositivo de controle.

Paulo Ferreira
Paulo Ferreira dezembro 14, 2025

Se vocês acham que isso é só um reality, estão cegos. A casa de vidro não é um reality. É um laboratório. Eles estão testando como o povo reage quando a verdade é exposta. Rayane não é uma participante. Ela é um espelho. E o que o povo vê nele? A própria raiva. A própria frustração. A própria vontade de dizer não. Dudu não é um vilão. Ele é o sistema. E o sistema não pode ser vencido por palavras. Só pode ser derrubado por voto. E o povo está pronto. Porque o povo já cansou de ser enganado. E agora, eles não estão votando em alguém. Eles estão votando contra tudo o que já sofreram. E isso? Isso não tem volta.

Mirian Aparecida Nascimento Bird
Mirian Aparecida Nascimento Bird dezembro 15, 2025

Se ela for eliminada, eu não vou ver mais esse programa. Não por ela, mas por tudo que isso representa. Se o povo não protege quem fala a verdade, então o que resta?

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